De cada 10 transações, seis são realizadas com dinheiro virtual no Brasil


Segundo dados levantados pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), transações digitais no país já representam 63% do total


Com o avanço da tecnologia aliada às soluções monetárias, o dinheiro e suas transações vão caminhando por um trajeto diferente no Brasil. Seguindo por muito anos um projeto tradicionalista tanto pelo sistema bancário, como pelas próprias formas de transação, o país vêm conhecendo novas formas de repassar valores. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em conjunto com a Deloitte cerca de 44% do total de transações foi feita pelo celular em 2019. Desta forma, a população brasileira se mostra mais acostumada com essa forma de interação, um pilar já estabelecido no mercado dos criptoativos, já que o dinheiro não é palpável neste tipo de transação.

 

Ainda segundo a Febraban, 63% é a porcentagem de pessoas que utilizam todos os canais possíveis de transação monetária, um número bem maior se considerarmos como os bancos tradicionais se portavam na última década. Assim, em números, 10 em cada seis movimentações são feitas dessa maneira, um ato que tende a aumentar, ainda mais com o mercado financeiro digital atuando cada vez mais forte, ampliando seu contato com o público que almeja.


Outros dados importantes ficam por conta das operações com movimentação financeira em celulares. Em uma comparação de 2018 para 2019, houve um aumento considerável de 41%. Na comparação anual, o mobile banking avançou em todas as transações pesquisadas pela federação, com destaque às transferências em DOCs e TEDs (aumento de 43%) e pagamento de contas (aumento de 39%).


A pesquisa feita pela federação nos mostra detalhes interessantes sobre como a visão no quesito “transação monetária” mudou no Brasil. Quanto mais soluções aparecem no mercado, mais fica claro e fácil a inserção de pessoas nele. O mercado financeiro digital sempre atuou dessa maneira, muito antes dos bancos tradicionais adotarem medidas de aproximação e facilitação na rotina de transações. O setor dos criptoativos, desta forma, se mostra pronto para o futuro das finanças, apresentando mais ferramentas para que essas ações se tornem cada vez mais rotineiras.

Fontes: Cointelegraph e Febraban