Crescimento do modelo de franchising no Brasil

Segundo dados levantados pela Global Entrepreneursip Monitor, o sistema de franquias ganha força no país por suas vertentes e soluções

O franchising é um modelo de trabalho que se mostra cada vez mais essencial no mercado financeiro digital. A expansão dele é uma solução no desenvolvimento de um melhor entendimento sobre o mercado, tão como a importância da Blockchain e dos criptoativos neste processo. Uma das características que enquadra o franchising como ideal é seu sucesso aliado ao rápido retorno do valor investido pelo empreendedor. Isso se deve ao caráter do profissional, que sempre engaja o mercado com soluções e ferramentas diferenciadas. Mas, vale lembrar que a importância da visão empreendedora no franchising é ampla.


De acordo com o levantamento da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), núcleo apoiado pela Sebrae no Brasil, o empreendedor brasileiro está na faixa etária de 18 a 64 anos, equivalente a quase 52% da população brasileira. Na pesquisa “Empreendedorismo no Brasil – Relatório Executivo 2018”, esse seleto grupo consiste de empreendedorismo inicial (17,9%); novos empreendedores (16,4%); empreendedores nascentes (1,7%); e empreendedorismo estabelecido (20,2%). 


Outro fator interessante que caracteriza o franchising como uma solução aparente no mercado, é o caráter que o profissional exerce quando idealiza entrar no modelo. A GEM nos conta, segundo os dados pesquisados, que 61,8% das pessoas entram no franchising por causa das oportunidades que ela apresenta, já 37,5% encara essa oportunidade como uma necessidade de atuação e crescimento. O restante dos 1,6% na pesquisa entram com as duas mentalidades, não sendo um ato comum dentro do empreendedorismo brasileiro.


O empreendedorismo ajuda na questão do franchising, o que fica claro na pouca diferença de escolaridade dos indivíduos inseridos nesse setor, se apresentando com uma solução para todos. Até 2018, cerca de 26,7% dos empreendedores estabelecidos não possuem o ensino fundamental completo. Já 15,7% são os indivíduos que contam com ensino superior ou maior no currículo. No meio dos dois extremos, temos empreendedores estabelecidos com ensino fundamental completo (25,1%) e ensino médio completo (16,2%). Os números nos mostram que ser empreendedor não requer um certificado, basta ter motivação, buscar conhecimento prático e teórico aplicando em seus ideias. Esse tipo de ação conta muito e é ato diferencial quando falamos de franchising.


Fintechs no Brasil

Em relação às fintechs, a pesquisa “Fintech Deep Dive 2019” elaborada pela PwC em conjunto com a ABFintechs, esclarece que 48% de empresas, neste caráter, duplicaram sua capacidade de produção. O Brasil vêm crescendo no campo das fintechs, ano passado passamos das mil empresas que atuam nesse campo. Além disso, o trabalho feito pelas marcas impulsiona a economia, sendo que 15% das citadas receberam investimento do exterior. A pesquisa foi realizada pelos núcleos citados com 205 startups do Brasil. Assim, as fintechs aquecem o mercado financeiro digital, empolgando pelo seu crescimento aparente.


O caráter empreendedor mostra constantemente o seu aumento progressivo, porém, ainda é dever de todos cativar e se envolver em novas soluções. Os entusiastas e aqueles que ainda não conhecem esse mercado não devem se desencorajar, e sim acreditar em suas determinações e motivações, pequenas ações que fazem diferença e que moldam o futuro caráter empreendedor. A InterAg é uma empresa apoia o empreendedorismo, sua visão e os frutos que rendem ao mercado do futuro, tão como a aplicação disso em um modelo único de franchising.


Fonte: Global Entrepreneurship Monitol e PwC/ABFintechs